sábado, 16 de janeiro de 2010
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
PARA REFLETIR
Quando na minha vida,
Se torna necessário superar tristezas,
Eu olho para cima,e agradeço a Deus,por viver.
Depois olho para dentro de mim,
E vejo os meus próprios valores.
Recordo as minhas conquistas,
E esqueço as minhas dores, que foram necessárias,
Para engrandecer a minha caminhada.
Lembra-te que todos nós
Possuímos uma força interior,
Que nos dá um poder extraordinário
De superar tristezas,
De curar feridas,
Recuperar-se dos choques da vida,
Renascer sempre,
Erguer-se,
Ultrapassar,
Elevar.
Sempre teremos a chance
De conquistar os verdadeiros tesouros.
Somos privilegiados,
Podemos ver a luz!
Essa luz que vem de Deus,
E ilumina as nossas vidas.
Privilegiados somos
Por fazer parte desse mundo,
E compartilharmos tantos sentimentos,
Vivendo bons momentos.
Devemos ter esperanças sempre,
Pois a felicidade,
Todos nós poderemos encontrar!
Basta acreditar!
SALVAÇÃO
A Doutrina da Regeneração
Texto bíblico: Jo 3.5,7
A regeneração, juntamente com a adoção, caracteriza a filiação cristã. Regeneração é um ato de Deus que por Seu Espírito Santo Ele ressuscita um pecador da morte espiritual, fazendo-o uma nova criação (Jo 1.12-13; 5.25; 2 Co 5.17; Ef 1.19-20; Rm 8.14-17; 2 Pe 1.4; 1 Jo 3.9-10).
A regeneração é a resposta divina para a morte espiritual e a depravação moral; a justificação é a resposta divina ao problema da culpa.
A regeneração é a resposta divina para a morte espiritual e a depravação moral; a justificação é a resposta divina ao problema da culpa.
Regeneração não é:
1. Mudança de religião: isto é apenas proselitismo. Nicodemos era religioso;
2. Mudança de coração: a regeneração é algo que é dado ao homem, não mudado;
3. Reencarnação: crença de que uma pessoa nasce “encarna” várias vezes;
4. Batismo nas águas: um símbolo externo de uma realidade interior.
5. Reforma moral: melhora de comportamento, mudança externa, conformidade a um código de regras de conduta;
1. Mudança de religião: isto é apenas proselitismo. Nicodemos era religioso;
2. Mudança de coração: a regeneração é algo que é dado ao homem, não mudado;
3. Reencarnação: crença de que uma pessoa nasce “encarna” várias vezes;
4. Batismo nas águas: um símbolo externo de uma realidade interior.
5. Reforma moral: melhora de comportamento, mudança externa, conformidade a um código de regras de conduta;
Diferentes designações:
1. Novo nascimento: (Jo 1.13; 3.3,6-7; 1 Pe 1.3,23; 1 Jo 3.9; 5.1,18);
2. Ressurreição ou novidade de vida: (Rm 6.4-13; Ef 2.4-6; Cl 2.12-13; 3.1-3);
3. Nova criação: (2 Co 5.17; Gl 6.15);
4. Novo coração ou mente: (Jr 24.7; 31.33; 32.38-39; Ez 11.19-20; 36.25-27; Hb 10.16);
5. Conversão: (Ez 33.11); das trevas para a luz (At 26.18); dos ídolos para Deus (1 Ts 1.9);
6. Passar da morte para vida: (Jo 5.24; 1 Jo 3.14).
2. Ressurreição ou novidade de vida: (Rm 6.4-13; Ef 2.4-6; Cl 2.12-13; 3.1-3);
3. Nova criação: (2 Co 5.17; Gl 6.15);
4. Novo coração ou mente: (Jr 24.7; 31.33; 32.38-39; Ez 11.19-20; 36.25-27; Hb 10.16);
5. Conversão: (Ez 33.11); das trevas para a luz (At 26.18); dos ídolos para Deus (1 Ts 1.9);
6. Passar da morte para vida: (Jo 5.24; 1 Jo 3.14).
Meios de regeneração:
a) O Espírito Santo: o poder da regeneração é o mesmo poder que ressuscitou Cristo dentre os mortos (Ef 1.18-20; Tt 3.5; 2 Pe 1.4).
b) A Palavra de Deus: A comunicação da mensagem de Deus é que gera vida no pecador (1 Pe 1.23; Tg 1.18).
a) O Espírito Santo: o poder da regeneração é o mesmo poder que ressuscitou Cristo dentre os mortos (Ef 1.18-20; Tt 3.5; 2 Pe 1.4).
b) A Palavra de Deus: A comunicação da mensagem de Deus é que gera vida no pecador (1 Pe 1.23; Tg 1.18).
Não é gerado pelo esforço humano (Tt 3.5; Jo 1.23; ef 2.8,9), mas pela graça de Deus.
É o poder da Palavra e do Espírito que capacita uma pessoa a ver a verdade e a se arrepender do seu pecado. Por este mesmo testemunho poderoso à verdade, o pecador é levado a crer no Filho de Deus, e a seguir a santidade de vida (1 Co 1.18-25; 2.12-15; 2 Co 4.3-6)
Para nascer de novo, o homem só precisa aceitar a Jesus como salvador (Jo 1.12). Esta resposta humana não transfere para este a iniciativa da salvação. Podemos observar esta participação no comparativo que Jesus estabeleceu entre a serpente erguida por Moisés e a sua morte. Para os picados pelas serpentes ardentes não havia o que ser feito para se salvarem; é a mesma situação do homem. Porém, Deus anunciou que todos os que olhassem para a serpente de metal seriam salvos; mensagem de salvação é universal e graciosa. Aos pecadores perdidos alcançados pela mensagem do evangelho resta somente crer na salvação poderosa o bastante que Deus providenciou. A confiança demonstrada na promessa divina não é e nem será contada como mérito humano. Se assim fosse, seria o mesmo que considerar que um simples olhar dos ‘mortos’ no deserto para a haste de metal erguida por Moisés, foi o que os livrou da morte certa, e não Deus. Seria o mesmo que dizer que ao olhar para a haste erguida, eles auxiliaram Deus na nova oportunidade de vida alcançada (Is 45.22).
Deus é o autor da salvação. Para este propósito Cristo é o Cordeiro de Deus morto desde a fundação do mundo. Cristo é o tema do evangelho, a graça de Deus. Resta aqueles que ouvem a mensagem do evangelho crer e descansar. Nada é exigido por Deus, basta olhar na direção da cruz de Cristo.
A salvação só é efetivada sobre aqueles que crêem na mensagem anunciada e, pela fé, alcançam a regeneração.
Deus em sua soberania decidiu que seria assim. Alguns homens resistem à mensagem da salvação. Então a vontade do homem é mais forte que a vontade de Deus? Não, porque Deus permite que seja assim: somente seria salvo aquele que cresse (Mc 16.16). A graça preveniente capacita o homem a dar uma resposta positiva a Deus. Deus usa essa graça sobre todos os homens.
É o poder da Palavra e do Espírito que capacita uma pessoa a ver a verdade e a se arrepender do seu pecado. Por este mesmo testemunho poderoso à verdade, o pecador é levado a crer no Filho de Deus, e a seguir a santidade de vida (1 Co 1.18-25; 2.12-15; 2 Co 4.3-6)
Para nascer de novo, o homem só precisa aceitar a Jesus como salvador (Jo 1.12). Esta resposta humana não transfere para este a iniciativa da salvação. Podemos observar esta participação no comparativo que Jesus estabeleceu entre a serpente erguida por Moisés e a sua morte. Para os picados pelas serpentes ardentes não havia o que ser feito para se salvarem; é a mesma situação do homem. Porém, Deus anunciou que todos os que olhassem para a serpente de metal seriam salvos; mensagem de salvação é universal e graciosa. Aos pecadores perdidos alcançados pela mensagem do evangelho resta somente crer na salvação poderosa o bastante que Deus providenciou. A confiança demonstrada na promessa divina não é e nem será contada como mérito humano. Se assim fosse, seria o mesmo que considerar que um simples olhar dos ‘mortos’ no deserto para a haste de metal erguida por Moisés, foi o que os livrou da morte certa, e não Deus. Seria o mesmo que dizer que ao olhar para a haste erguida, eles auxiliaram Deus na nova oportunidade de vida alcançada (Is 45.22).
Deus é o autor da salvação. Para este propósito Cristo é o Cordeiro de Deus morto desde a fundação do mundo. Cristo é o tema do evangelho, a graça de Deus. Resta aqueles que ouvem a mensagem do evangelho crer e descansar. Nada é exigido por Deus, basta olhar na direção da cruz de Cristo.
A salvação só é efetivada sobre aqueles que crêem na mensagem anunciada e, pela fé, alcançam a regeneração.
Deus em sua soberania decidiu que seria assim. Alguns homens resistem à mensagem da salvação. Então a vontade do homem é mais forte que a vontade de Deus? Não, porque Deus permite que seja assim: somente seria salvo aquele que cresse (Mc 16.16). A graça preveniente capacita o homem a dar uma resposta positiva a Deus. Deus usa essa graça sobre todos os homens.
A Necessidade de Regeneração
A regeneração é necessária, pois o homem se encontra morto em seus delitos e pecados (Ef 2.1,5; Cl 2.13; 1 Jo 3.14).
Pois para ter comunhão com Deus é preciso ter santidade e o homem está tem uma natureza pecaminosa. Somente Deus pode dar-lhe uma nova vida em santidade (Ef 1.4; Cl 1.22; Hb 12.14).
Para se alcançar o reino de Deus. Assim como o nascimento natural nos introduz no mundo natural e temporal, assim o nascimento espiritual nos introduz no reino espiritual e eterno. Como não é possível experimentar o mundo físico sem ter nascido nele fisicamente, assim também não podemos experimentar o mundo espiritual sem ter nascido nele espiritualmente (Jo 3.3,5,7);
Pois para ter comunhão com Deus é preciso ter santidade e o homem está tem uma natureza pecaminosa. Somente Deus pode dar-lhe uma nova vida em santidade (Ef 1.4; Cl 1.22; Hb 12.14).
Para se alcançar o reino de Deus. Assim como o nascimento natural nos introduz no mundo natural e temporal, assim o nascimento espiritual nos introduz no reino espiritual e eterno. Como não é possível experimentar o mundo físico sem ter nascido nele fisicamente, assim também não podemos experimentar o mundo espiritual sem ter nascido nele espiritualmente (Jo 3.3,5,7);
A Bíblia mostra a necessidade do homem aceitar a salvação – se converter – em resposta à mensagem do evangelho (Mt 18.3; Mc 4.12; Lc 22.32; At 9.35; 11.21). Deus não impõe esta verdade ao homem, num adestramento involuntário, mas o homem precisa abrir seu coração para Deus, que efetua a conversão no homem (Ef 1.13). O homem crê na Palavra antes da regeneração, mas isto não produz o novo nascimento, numa relação de causa e efeito. O único agente na regeneração é o Espírito Santo. A regeneração é monergística.
“A alma coopera ou é ativa no que precede e no que sucede à mudança, mas a mudança propriamente dita é algo que se experimenta, não algo que se faz. É possível que os cegos e os coxos que acorreram a Cristo tenham enfrentado muitas dificuldades para chegar à sua presença, e prazerosamente exerceram as novas faculdades que lhes foram comunicadas, mas foram inteiramente passivos no momento da cura. De forma alguma cooperaram na produção daquele efeito. O mesmo deve ser o caso na regeneração, se esta é o efeito do poder onipotente tanto como na abertura dos olhos dos cegos ou na cura dos ouvidos dos surdos através de uma palavra.”
Resultados da regeneração:
O homem torna-se filho de Deus e herdeiro dos céus (Rm 8.16,17);
Torna-se uma nova criatura e participante da natureza divina (2 Co 5.17; 2 Pe 1.4)
É uma restauração da imagem de Deus no homem (Cl 3.10)
É uma restauração do propósito original do homem em devoção a Deus.
O homem torna-se filho de Deus e herdeiro dos céus (Rm 8.16,17);
Torna-se uma nova criatura e participante da natureza divina (2 Co 5.17; 2 Pe 1.4)
É uma restauração da imagem de Deus no homem (Cl 3.10)
É uma restauração do propósito original do homem em devoção a Deus.
Evidências da regeneração:
a) Dar frutos (Mt 7.17; Tg 3.8-12);
b) Vitória sobre o pecado e o mundo: (1 Jo 3.9; 5.4, 18);
c) Santidade: (1 Jo 2.29);
d) Amor: (1 Jo 3.14);
e) Temor a Deus: (1 Jo 5.18).
f) Mudança de mente: tem a mente de Cristo (1 Co 2), renova a mente (Rm 12.2)
g) Boas obras: evita o mal e pratica misericórdia (Tg 1.27).
a) Dar frutos (Mt 7.17; Tg 3.8-12);
b) Vitória sobre o pecado e o mundo: (1 Jo 3.9; 5.4, 18);
c) Santidade: (1 Jo 2.29);
d) Amor: (1 Jo 3.14);
e) Temor a Deus: (1 Jo 5.18).
f) Mudança de mente: tem a mente de Cristo (1 Co 2), renova a mente (Rm 12.2)
g) Boas obras: evita o mal e pratica misericórdia (Tg 1.27).
Regeneração batismal
É a crença que uma pessoa tem que ser batizada para ser salva. Aqueles que defendem esta idéia baseiam-se em Jo 3.5 e outros textos. Entretanto, “água” é um símbolo da Palavra de Deus (Ef 5.26, 1.13; 1 Pe 1.23; Tg 1.18,21). O batismo é um passo de obediência importante para um cristão, mas não é necessário para salvação. Este ato ilustra a identificação do Cristão com a morte, sepultamento e ressurreição de Cristo (Rm 6.3-4). A ação de ser imerso em água ilustra ser sepultado com Cristo e a ação de sair da água retrata a nova vida que se recebeu nele.
Batismo é o símbolo do que já aconteceu no coração e na vida daquele que creu em Cristo como Salvador e não um meio de obter-se a salvação, que é apenas pela graça e não por obras (Ef 2.8,9).
É a crença que uma pessoa tem que ser batizada para ser salva. Aqueles que defendem esta idéia baseiam-se em Jo 3.5 e outros textos. Entretanto, “água” é um símbolo da Palavra de Deus (Ef 5.26, 1.13; 1 Pe 1.23; Tg 1.18,21). O batismo é um passo de obediência importante para um cristão, mas não é necessário para salvação. Este ato ilustra a identificação do Cristão com a morte, sepultamento e ressurreição de Cristo (Rm 6.3-4). A ação de ser imerso em água ilustra ser sepultado com Cristo e a ação de sair da água retrata a nova vida que se recebeu nele.
Batismo é o símbolo do que já aconteceu no coração e na vida daquele que creu em Cristo como Salvador e não um meio de obter-se a salvação, que é apenas pela graça e não por obras (Ef 2.8,9).
AVERDADE SOBRE A MENTIRA
A verdade sobre a mentira
Leitura: Jo 8.44
Leitura: Jo 8.44
Mentir é fazer declarações propositalmente falsas ou declarações parciais que envolvem falsas impressões ou meias verdades. Exageros propositais e ate verdades ditas com propósito de enganar são mentiras.
Nos dias atuais, é vergonhoso como se lida levianamente com a mentira. Os homens fazem pesquisas e estudos que tentam explicá-la, procurar a sua origem, mas em geral ela é considerada pelos que não conhecem a Deus como inofensiva, até mesmo uma necessidade da vida e, em última análise, como algo bom.
Nos dias atuais, é vergonhoso como se lida levianamente com a mentira. Os homens fazem pesquisas e estudos que tentam explicá-la, procurar a sua origem, mas em geral ela é considerada pelos que não conhecem a Deus como inofensiva, até mesmo uma necessidade da vida e, em última análise, como algo bom.
A mentira origina-se no diabo
A Bíblia nos mostra que a mentira é um pecado há muito revelado, que consiste em rejeitar a verdade de Deus (Rm 1.25). Ela tem sua origem em Satanás – ele é chamado “pai da mentira” (Jo 8.44-45). Assim, o pecado só entrou no mundo por meio da mentira, pois Satanás enganou os primeiros seres humanos através da mentira: “É certo que não morrereis… mas sereis como Deus” (Gn 3.4-5). O inimigo continua incitando os homens a mentir (At 5.3; 13.10). E toda a sua obra baseia-se em mentira e engano (2 Ts 2.9-11; Ap 12.9).
Com toda a certeza a mentira não é indicação de inteligência do homem, mas um sinal característico de uma vida sem Deus, que não ama a verdade e é a identificação de uma natureza pecaminosa. Por isso, a crescente tendência para a mentira em nossos dias também é um sinal evidente dos tempos finais (1 Tm 4.1-2).
Com toda a certeza a mentira não é indicação de inteligência do homem, mas um sinal característico de uma vida sem Deus, que não ama a verdade e é a identificação de uma natureza pecaminosa. Por isso, a crescente tendência para a mentira em nossos dias também é um sinal evidente dos tempos finais (1 Tm 4.1-2).
Devemos ter cuidado com o que dizemos, pois o Senhor Jesus diz assim: “Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo” (Mt 12.36). Se você soubesse que tudo o que você diz está sendo gravado e poderá ser usado contra você num tribunal, você ainda diria tudo o que tem dito? Falaria as mesmas coisas?
Os mentirosos, portanto, fazem aquilo que é próprio de adversário e não de Deus, de forma que estes não herdarão o reino de Deus (Ap 21.15,27; 22.15).
A mentira cria uma falsa certeza, falsa segurança (Is 28.15).
Os homens pecam desde o nascimento, falando mentiras (Sl 58.3) e é muito comum as pessoas mentirem para tentar resolver as questões mais simples da vida. Por exemplo, mentem para serem aceitas em determinado grupo, ou para não terem de dar maiores explicações. Mas os fins não justificam os meios. Pedro mentiu para ter acesso, para ter conforto e para se proteger e, assim, negou Jesus três vezes (Jo 18.17-18, 25-27). E ainda hoje os homens mentem com estes mesmos propósitos e outros ainda mais banais.
O problema maior consiste quando a pessoa toma a mentira como verdade (Is 5.20; Rm 1.25).
Nenhuma mentira procede da verdade (1 Jo 2.21). Mas a pior mentira é aquela que parece verdade ou é meia verdade, pois é mais difícil de ser identificada.
Deus detesta a mentira (Pv 6.16-19; 12.22; Jr 23.32). Aqueles que mentem são excluídos da presença de Deus. A Bíblia diz em Salmos 101.7 “O que usa de fraude não habitará em minha casa; o que profere mentiras não estará firme perante os meus olhos.” Entretanto, os que falam a verdade habitarão com Ele (Sl 15.1-4).
Somos considerados mentirosos se dizemos que somos cristãos, mas não obedecemos a Deus (1 Jo 2.4).
Igualmente se dissermos que temos comunhão com Ele e andamos em trevas (1 Jo 1.6).
Se dissermos que não pecamos, também mentimos (1 Jo 1.8).
Igualmente se dissermos que temos comunhão com Ele e andamos em trevas (1 Jo 1.6).
Se dissermos que não pecamos, também mentimos (1 Jo 1.8).
Devemos falar a verdade
A Bíblia, tanto no AT quanto no NT diz expressamente que não devemos mentir (Ex 20.16; Lv 19.11; Cl 3.9; Ef 4.25). Somos ordenados a imitar a Deus (Ef 5.1) e Ele não mente (Nm 23.19; 1 Sm 15.29; Tt 1.2; Hb 6.18). Assim, o cristão deve falar sempre a verdade (Ef 4.15). Não devemos mentir nem por brincadeira (Pv 26.18,19). A mentira “tem pernas curtas”, é logo descoberta (Pv 12.19).
Deus é a verdade (Dt 32.4; Jr 10.10; Jo 14.6). A Palavra de Deus é o padrão da verdade (Sl 119.160; 2 Sm 7.28; Jo 17.17). O Espírito Santo é o Espírito da verdade (Jo 14.17; 15.26; 16.13).
O cristão não deve mentir, mas falar sempre a verdade (Zc 8.16; Jr 23.28). Quando mentimos aos outros, ferimo-nos a nós mesmos, pois pertencemos ao mesmo corpo, a igreja (Ef 4.25).
Quando mentimos não estamos seguindo o exemplo de Jesus (Cl 3.9-10). O justo odeia a palavra de mentira (Pv 13.5). Adquirir riquezas através de mentiras é abominável (Pv 20.17; 21.6; 19.22)
Deus é a verdade (Dt 32.4; Jr 10.10; Jo 14.6). A Palavra de Deus é o padrão da verdade (Sl 119.160; 2 Sm 7.28; Jo 17.17). O Espírito Santo é o Espírito da verdade (Jo 14.17; 15.26; 16.13).
O cristão não deve mentir, mas falar sempre a verdade (Zc 8.16; Jr 23.28). Quando mentimos aos outros, ferimo-nos a nós mesmos, pois pertencemos ao mesmo corpo, a igreja (Ef 4.25).
Quando mentimos não estamos seguindo o exemplo de Jesus (Cl 3.9-10). O justo odeia a palavra de mentira (Pv 13.5). Adquirir riquezas através de mentiras é abominável (Pv 20.17; 21.6; 19.22)
A Bíblia aprova a mentira feita para salvar uma vida?
As parteiras egípcias (Ex 1.15-21) disseram ao Faraó que chegavam tarde ao parto das hebréias, o que não é necessariamente mentira (Elas podiam apenas desobedecer atrasando-se deliberadamente).
Raabe mentiu para proteger os espias (Js 2.4-6). Podemos entender sua atitude dentro da situação – vidas em risco, mas nunca dizer que a Bíblia aprova ou defende sua atitude. Neste mesmo tipo de situação Abraão (Gn 12.12-19) e Davi (1 Sm 21.2) também mentiram. Raabe era uma pecadora que foi salva por sua fé e não por sua elevada moral.
Raabe mentiu para proteger os espias (Js 2.4-6). Podemos entender sua atitude dentro da situação – vidas em risco, mas nunca dizer que a Bíblia aprova ou defende sua atitude. Neste mesmo tipo de situação Abraão (Gn 12.12-19) e Davi (1 Sm 21.2) também mentiram. Raabe era uma pecadora que foi salva por sua fé e não por sua elevada moral.
No livro Introdução à Filosofia (Norman L. Geisler e Paul D. Feinberg. Cap. 27), nos traz uma boa explanação com relação à nossa
postura em situações difíceis. O autor coloca algumas possibilidades:
1. Nunca devemos mentir para salvar uma vida;
2. Nunca devemos pecar para evitar o pecado;
3. Devemos confiar na providência de Deus;
4. Devemos escolher o mal menor. (A pessoa é simplesmente obrigada a cometer o menor dos dois males, e então confessar seu pecado. Qualquer que seja a decisão, a pessoa comete um mal. O mal menor nunca é justificável);
5. Devemos escolher o bem maior. (Significa obedecer à lei superior - conforme revelada na Palavra de Deus - sempre que há um conflito inevitável entre dois mandamentos divinos, ou mais).
“O mal menor em situações conflitantes nunca é justificável como tal; é simplesmente perdoável. O dever da pessoa é cometer o mal menor, não o maior. Deus não manda que a pessoa peque em situação de conflito, pois Deus não pode pecar nem pode mandar que outros pequem (Tg 1.13).
Podemos concluir dizendo que as Escrituras nunca aprovam os pecados cometidos por aqueles que temem a Deus, mas registra os fatos. As parteiras e Raabe, não foram elogiadas pela mentira, e sim pela fé que exerceram.
Podemos concluir dizendo que as Escrituras nunca aprovam os pecados cometidos por aqueles que temem a Deus, mas registra os fatos. As parteiras e Raabe, não foram elogiadas pela mentira, e sim pela fé que exerceram.
Diferente de uma mentira “branca” é não dizer toda verdade, para proteger alguém. Deus ordenou a Samuel que não dissesse o motivo real de sua viagem a Saul, quando foi ungir Davi (1 Sm 16.1). Ele não mentiu, pois foi sacrificar, mas se revelasse o outro motivo correria risco.
Conclusão
Aqueles que vivem na mentira estão presos ao engano e somente pela verdade serão libertos (Jo 8.32).
Situações cotidianas da mentira: fofoca, aumentar ou diminuir um fato, burlar as leis do país, hipocrisia.
A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. Um exemplo clássico de ato hipócrita é denunciar alguém por realizar alguma ação enquanto se pratica a mesma ação.
Hipocrisia é conhecer a verdade, mas não obedecer – dizer que Cristo é o Senhor, mas não segui-Lo (Mt 23.13)
Situações cotidianas da mentira: fofoca, aumentar ou diminuir um fato, burlar as leis do país, hipocrisia.
A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. Um exemplo clássico de ato hipócrita é denunciar alguém por realizar alguma ação enquanto se pratica a mesma ação.
Hipocrisia é conhecer a verdade, mas não obedecer – dizer que Cristo é o Senhor, mas não segui-Lo (Mt 23.13)
Verdade é reconhecer a mentira como aquilo que ela é: um pecado que nos separa de Deus. Mas verdade também é saber que podemos confessar a Jesus a mentira e todos os nossos outros pecados e pedir perdão. Verdade também é que, então, podemos aceitar o perdão pela fé e com gratidão. Aquele que fizer isso com sinceridade e de todo o coração, receberá o perdão (1 Jo 1.7,9).
O FRUTO DO ESPIRITO SANTO 1
O Fruto do Espírito Santo
Gl 5.16-26
Gl 5.16-26
O fruto do Espírito é o caráter de Cristo, produzido pelo Espírito de Cristo no seguidor de Cristo. Fruto é algo produzido por um poder que o homem não possui.
Dons são capacidades espirituais, concedidas pelo Espírito Santo, no reino espiritual, segundo a sua escolha divina, para serem usados no serviço espiritual (o que você faz para Cristo) e são dados instantaneamente, enquanto que Fruto é a verdadeira característica da vida cristã (o que você é em Cristo) e é resultante de um desenvolvimento lento e gradual. Muitos olham com reverência para alguém que possua muitos dons do Espírito, como se isso indicasse um indivíduo superespiritual, mas o dom em si não apresenta isto e, sim, o fruto.
Não são “frutos”, no plural, mas o fruto – dividido em nove “gomos”, porque a ação do Espírito precisa ser completa, em todas as áreas da nossa vida e não apenas em uma delas.
1. AMOR
Amor (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca. A respeito da relação do amor com os demais componentes do Fruto do Espírito, D. L. Moody afirmou:
“A alegria é o amor exultando, a paz é o amor em repouso, a longanimidade é o amor que não se cansa, a benignidade é o amor que suporta, a bondade é o amor em ação, a fé é o amor no campo de batalha, a mansidão é o amor sob disciplina, o domínio próprio é o amor sendo treinado.”
O amor é a principal característica do cristão (1 Jo 4.7,8). Ele representa, na verdade, a verdadeira evidência da conversão (Jo 13.35; Lc 6.27-35). É produzido nos filhos de Deus pelo amor de Deus (Rm 5.5), e temos em Cristo o nosso maior exemplo de amor (Jo 13.1; 15.13; Gl 2.20). Ele é indispensável no relacionamento (1 Pe 4.8; Pv 10.12).
É a atmosfera da vida cristã (Ef 5.2), sua vestimenta (Cl 3.14). É o motivo da vida cristã (1 Co 16.14). É o controlador da liberdade cristã (Gl 5.13). Devemos amar até os inimigos, para agirmos como Deus (Mt 5.43-48). O amor cristão é generoso (2 Co 8.24) e prático (Hb 6.10; 1 Jo 3.18).
É a atmosfera da vida cristã (Ef 5.2), sua vestimenta (Cl 3.14). É o motivo da vida cristã (1 Co 16.14). É o controlador da liberdade cristã (Gl 5.13). Devemos amar até os inimigos, para agirmos como Deus (Mt 5.43-48). O amor cristão é generoso (2 Co 8.24) e prático (Hb 6.10; 1 Jo 3.18).
2. ALEGRIA
Alegria (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo.
Uma saudação comum entre os crentes - chairein (At 15.23; 2Co 13.11; Lc 1.28; Mt 28.9; Tg 1.1). Alegria é um dos fundamentos do reino de Deus (Rm 14.17). A verdadeira alegria do cristão não depende das circunstâncias que nos cercam (Hc 3.17,18; At 5.41), pois temos motivos de alegria que não dependem das coisas terrenas (Lc 10.20). A fonte da alegria de cada cristão é Deus (Sl 43.4; Ne 8.10) e é um resultado da presença de Deus em cada um (Sl 16.11). Cristo é o nosso grande exemplo (Jo 15.11; 17.13). No NT alegria e aflição andam lado a lado (At 5.41; 13.52; 2 Co 6.10; Cl 1.24).
Uma saudação comum entre os crentes - chairein (At 15.23; 2Co 13.11; Lc 1.28; Mt 28.9; Tg 1.1). Alegria é um dos fundamentos do reino de Deus (Rm 14.17). A verdadeira alegria do cristão não depende das circunstâncias que nos cercam (Hc 3.17,18; At 5.41), pois temos motivos de alegria que não dependem das coisas terrenas (Lc 10.20). A fonte da alegria de cada cristão é Deus (Sl 43.4; Ne 8.10) e é um resultado da presença de Deus em cada um (Sl 16.11). Cristo é o nosso grande exemplo (Jo 15.11; 17.13). No NT alegria e aflição andam lado a lado (At 5.41; 13.52; 2 Co 6.10; Cl 1.24).
3. PAZ
Paz (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem porque o Pai celestial nunca irá desamparar seus filhos.
O desejo de paz era uma forma de saudação comum entre os judeus e cristãos (Gn 43.23; Jz 6.3; Lc 10.5 – Gl 1.3; 1 Pe 1.2). A verdadeira paz é um presente de Deus (Jo 16.33; 14.27; Sl 29.11) e a obtemos através de Cristo (Rm 5.1; Is 53.5). Promovê-la é dever do cristão (2 Co 13.11; 1 Ts 5.13; Mt 5.9). Estes 3 primeiros “gomos” dizem respeito ao interior do crente, relacionados a si mesmo.
O FRUTO DO ESPIRITO SANTO 2
O Fruto do Espírito Santo - parte 2
Leitura: Gl 5.16-26
O fruto do Espírito consiste em virtudes que o Espírito Santo quer implantar em nosso caráter e que estão presentes no caráter de Jesus. O propósito de Deus para nossas vidas é que sejamos “conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29). Todos os que são, verdadeiramente, filhos de Deus, precisam desejar que o Espírito Santo produza estas características em sua vida. Todo aquele que tem o Espírito Santo está enxertado em Cristo, a videira verdadeira (Rm 11.17), e precisa apresentar frutos (Jo 15.2). Quem determina a variedade do fruto não é o galho, mas a árvore. O galho precisa, apenas, estar sadio, para frutificar.
4. LONGANIMIDADE
Longanimidade (gr. makrothumia), i.e., ser tardio para irar-se ou para o desespero. Caracteriza-se por não se sentir ofendido ou provocado facilmente. “É a mente que suporta por muito tempo, antes de dar lugar a ação ou a ira” Trench. “É o autocontrole que não se apressa em retribuir o mal sofrido” T.K.Abbott.
O dicionário da Língua Portuguesa afirma que longanimidade é a qualidade de que é longânime, e longânime é aquele que é bondoso, generoso, magnânimo, paciente ou resignado.
A palavra longanimidade, traduzida para o português, é formada por duas palavras gregas: “macros” (longo) e “thumos” (temperamento), isto é, ânimo longo. Esta idéia é completamente contrária ao modo de vida “tolerância zero” de muitos hoje. Se o que não possui esta virtude é dito que tem “pavio curto”, então o longânime possui “pavio comprido”. Nosso maior exemplo de longanimidade é o Senhor Jesus Cristo (Mt 26.53), demonstrada com Judas (Jo 13.1-5) e na Cruz (Lc 23.34), entre outras ocasiões. Os discípulos demonstraram não possuí-la (Lc 9.51-56). Entretanto é de grande valor (Pv 19.11; 16.32) e deve ser cultivada por todo cristão (Ef 4.1,2).
O homem moderno tem muita facilidade de expressar a falta de longanimidade. São muitas as situações na vida que nos causam irritação: a conexão lenta de internet, que nos apresenta lentidão, a falta de tinta na impressora antes de concluir a impressão de um trabalho que está para ser entregue, a perda de um ônibus por uma fração de segundo, quando já estamos atrasados, andar atrás de uma pessoa que anda bem devagar, quando estamos apressados, entre outras.
Longanimidade descreve uma característica divina (Ex 34.6; Ne 9.17; Sl 103.8; 86.15; 145.8; 2 Pe 3.15). A longanimidade de Deus é uma oportunidade para o arrependimento humano (2 Pe 3.9; Rm 2.4). É um emblema da vida cristã (Ef 4.2). O cristão deve vestir-se dela como a uma roupa (Cl 3.12; 2 Co 6.6; 1 Ts 5.14).
Significa também “esperar”. Não fala de uma espera amarga, mas com alegria (Cl 1.11; Tg 5.7-10). Não como quem espera a noite, mas como quem espera a manhã. É a paciência que não perde a coragem nem a esperança.
A palavra longanimidade, traduzida para o português, é formada por duas palavras gregas: “macros” (longo) e “thumos” (temperamento), isto é, ânimo longo. Esta idéia é completamente contrária ao modo de vida “tolerância zero” de muitos hoje. Se o que não possui esta virtude é dito que tem “pavio curto”, então o longânime possui “pavio comprido”. Nosso maior exemplo de longanimidade é o Senhor Jesus Cristo (Mt 26.53), demonstrada com Judas (Jo 13.1-5) e na Cruz (Lc 23.34), entre outras ocasiões. Os discípulos demonstraram não possuí-la (Lc 9.51-56). Entretanto é de grande valor (Pv 19.11; 16.32) e deve ser cultivada por todo cristão (Ef 4.1,2).
O homem moderno tem muita facilidade de expressar a falta de longanimidade. São muitas as situações na vida que nos causam irritação: a conexão lenta de internet, que nos apresenta lentidão, a falta de tinta na impressora antes de concluir a impressão de um trabalho que está para ser entregue, a perda de um ônibus por uma fração de segundo, quando já estamos atrasados, andar atrás de uma pessoa que anda bem devagar, quando estamos apressados, entre outras.
Longanimidade descreve uma característica divina (Ex 34.6; Ne 9.17; Sl 103.8; 86.15; 145.8; 2 Pe 3.15). A longanimidade de Deus é uma oportunidade para o arrependimento humano (2 Pe 3.9; Rm 2.4). É um emblema da vida cristã (Ef 4.2). O cristão deve vestir-se dela como a uma roupa (Cl 3.12; 2 Co 6.6; 1 Ts 5.14).
Significa também “esperar”. Não fala de uma espera amarga, mas com alegria (Cl 1.11; Tg 5.7-10). Não como quem espera a noite, mas como quem espera a manhã. É a paciência que não perde a coragem nem a esperança.
5. BENIGNIDADE
Benignidade (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor. “É a gentileza simpática ou doçura de gênio que deixa os outros à vontade e recua diante da idéia de causar dor” R.C.Trench.
Benignidade pode ser vista como um misto de empatia, que é o estado de espírito no qual uma pessoa se identifica com outra, presumindo sentir o que esta está sentindo (1Pe 3.8,9) e simpatia, que é o sentimento que faz que uma pessoa se contriste com os sofrimentos e infortúnios de outrem e exulte com as suas prosperidades e venturas (Rm 15.1). Um exemplo bíblico da ausência desta virtude é Lameque (Gn 4.23,24). E o exemplo a ser seguido é o próprio Deus (Sl 36.10; 86.15; 106.1; 107.1; 136.1; Jr 40.11; Rm 2.4). Ele é benigno até mesmo com os ingratos e maus (Lc 6.35). É a benignidade que nos leva a perdoar (Ef 4.32). Uma ilustração viva desta virtude é o vinho que amadureceu e cuja aspereza e amargura foram retiradas – tornou-se excelente (chrestos) – Lc 5.39. Jesus também se referiu ao seu jugo como sendo suave (chrestos) – Mt 11.30. O cristão que tem o Espírito Santo dentro de si jamais pode sentir alegria ou satisfação vendo ou causando dor e sofrimento em outras pessoas.
6. BONDADE
Bondade (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade ou na repreensão e na correção do mal. “A bondade consiste em estimar e amar os outros para além do que eles merecem.” (Joseph Joubert)
Enquanto benignidade fala de uma qualidade do coração, bondade é uma qualidade de conduta e ação; demonstra uma generosidade de ação (Ef 4.32), seguindo o exemplo de Deus (Sl 106.1; 34.8). Cristo nos mostrou o valor de exercitar esta virtude na parábola do bom samaritano (Lc 10.25-37).
Está ligada a justiça e verdade (Ef 5.9) e Jesus a demonstrou em seu zelo no templo (Mt 21.13), mas o homem benigno vai além da justiça e dá mais do que o outro merece visando o seu benefício e ajuda. É generosidade que brota de um coração benigno (Mt 20.15).
A bondade tanto pode significar a disposição permanente de uma pessoa em não fazer o mal, de não ser prejudicial, como também pode significar a disposição permanente de uma pessoa em fazer o bem.
Está ligada a justiça e verdade (Ef 5.9) e Jesus a demonstrou em seu zelo no templo (Mt 21.13), mas o homem benigno vai além da justiça e dá mais do que o outro merece visando o seu benefício e ajuda. É generosidade que brota de um coração benigno (Mt 20.15).
A bondade tanto pode significar a disposição permanente de uma pessoa em não fazer o mal, de não ser prejudicial, como também pode significar a disposição permanente de uma pessoa em fazer o bem.
A MORTE
A Morte
Leitura: 1 Co 15.20-26; 50-58
É um fato inegável a mortalidade de todos os homens (Hb 9.27), embora a maioria das pessoas não tenha disposição de encará-la e, por isso, empregam eufemismos para falar dela - descansou, dormiu, passou desta para uma melhor, etc. Também procuram amenizar esta realidade construindo cemitérios ajardinados e parques memoriais.
As Escrituras falam sobre a brevidade da vida humana (Jó 14.1; Sl 89.47) e a compara a um vapor (Tg 4.14), um vento (Jó 7.7), a erva que cresce e logo seca (1 Pe 1.24; Sl 90.5,6) ou uma sombra (Jó 8.9).
O conceito bíblico de morte, porém, não diz respeito a aniquilação, mas a separação. A morte sempre esteve presente no meio dos homens. Se não como um fato inevitável (1 Co 15.21), ao menos como uma ameaça, uma possibilidade (Gn 2.17; 3.3).
As Escrituras falam sobre a brevidade da vida humana (Jó 14.1; Sl 89.47) e a compara a um vapor (Tg 4.14), um vento (Jó 7.7), a erva que cresce e logo seca (1 Pe 1.24; Sl 90.5,6) ou uma sombra (Jó 8.9).
O conceito bíblico de morte, porém, não diz respeito a aniquilação, mas a separação. A morte sempre esteve presente no meio dos homens. Se não como um fato inevitável (1 Co 15.21), ao menos como uma ameaça, uma possibilidade (Gn 2.17; 3.3).
A morte – uma inimiga.
A morte é inimiga de Deus e dos homens (1 Co 15.26). De Deus porque se opõe à vida, a qual Ele dá e da qual Ele é a fonte (1 Sm 2.6; Jo 1.4; 5.24, 26; 10.28; 11.25; 14.6). Dos homens porque desfaz sonhos, separa famílias, gera órfãos e viúvas. A morte entrou no mundo por meio do pecado (Rm 5.12). O homem foi criado imortal, ou não morria por ter acesso à árvore da vida? (Gn 3.22). Se não tivesse pecado não morreria? O fato é que quando pecou a possibilidade da morte tornou-se realidade (Rm 5). E quanto a Jesus, que não pecou (Hb 4.15) nem foi maculado pela natureza adâmica e morreu? Talvez o homem não tenha sido criado inerentemente imortal, mas não precisava morrer. Se não tivesse pecado, poderia ter vivido para sempre.
Muitas pessoas falam da morte como sendo uma viagem, mas na realidade ela é um destino.
Muitas pessoas falam da morte como sendo uma viagem, mas na realidade ela é um destino.
As Escrituras falam de três mortes: física, espiritual e eterna.
1. Morte física: separação entre a alma e o corpo (Ec 12.7; Tg 2.26). Não é o fim da existência, mas marca uma transição no estado de existência.
2. Morte espiritual: separação entre o homem e Deus (Ef 2.1,2). O pecado faz esta separação (Is 59.1,2). Jesus fez distinção entre a morte física e espiritual (Mt 8.22). Quando o pecador aceita a Jesus ele passa da morte para a vida (1 Jo 3.14).
3. Morte eterna: chamada de segunda morte (Ap 20.6), marca a concretização da morte espiritual - o pecador perdido para sempre em seu estado pecaminoso. É um período infinito de punição e separação da presença de Deus. O apóstolo Paulo alertou sobre esta possibilidade (2 Ts 1.7-9). Jesus fez distinção entre a morte do corpo e da alma (Mt 10.28). Se alguém experimenta a morte física estando morto espiritualmente entrará na morte eterna. No juízo final todas as pessoas serão divididas em dois grupos:os justos irão para a vida eterna (Mt 25.34-40, 46) e os ímpios para a morte eterna (v. 41-46a).
Todos os mortos ressuscitarão um dia, seja para a vida ou morte (Dn 12.2). Após a morte física todos aguardam a ressurreição num “estado intermediário”, como espíritos desencarnados (imaterializados).
Para os que aceitaram a Jesus como seu salvador (que foram justificados, tornados justos por Ele): é chamado “paraíso” (Lc 23.43; Sl 16.10; At 2.27). Quando os justos morrem, passam a estar com Cristo (Fp 1.23; 2 Co 5.8).
Para os ímpios, que rejeitaram a mensagem de salvação: é chamado Hades e é um lugar de sofrimento (Lc 16.23; 1 Pe 3.19).
Antes de Cristo, os mortos iam para o Sheol, que tinha dois compartimentos separados por um abismo (Lc 16.22-31; Gn 37.35; Dt 32.22; Ez 32.23,24).
No novo testamento há distinção entre o Hades e o Geena, lugar de punição eterna para onde vão os ímpios após o juizo final (Mc 9.43,48).
Antes de Cristo, os mortos iam para o Sheol, que tinha dois compartimentos separados por um abismo (Lc 16.22-31; Gn 37.35; Dt 32.22; Ez 32.23,24).
No novo testamento há distinção entre o Hades e o Geena, lugar de punição eterna para onde vão os ímpios após o juizo final (Mc 9.43,48).
Conceitos falsos sobre o estado intermediário
1. Purgatório
Um lugar onde os homens poderiam supostamente purificar pecados e imperfeições e o tempo de permanência de cada um naquele lugar pode ser encurtado por orações, missas e boas obras. Este ensino não pode ser apoiado pela Bíblia, pois se baseia numa passagem de um livro apócrifo (2 Macabeus 12.41-43) e torna o sacrifício de Cristo insuficiente para salvação - não é apenas pela graça, mas também por obras (Hb 10.10-23; Ef 2.8-10; Rm 3.24-28; 5.1, 2, 9, 10. 8.1, 31-39; 10.8-11; 1 Jo 2.1-2; 3.1,2). Para ter pecados perdoados, é preciso aceitar a Jesus nesta vida (Mc 2.10; 4.12; Lc 7.47; Tg 5.15; 1 Jo 1.9; 2.12).
2. Sono da alma
Ensina que a alma fica em estado inconsciente até a ressurreição. Entretanto, a Palavra usa a expressão “dormir” para falar da morte em sentido figurado (1 Ts 4.13,14; Jo 11.11-14; At 7.60; 13.36), um eufemismo. Na parábola do rico e Lázaro mostra que o homem não fica inconsciente após a morte (Lc 16.22-31). Alguns usam o texto de Ec 9.10 para justificar este pensamento, mas o autor está falando da vida “debaixo do sol”, portanto, não há nenhuma atividade aqui na terra para os que morrem. Eles não voltam, não ficam perambulando, etc.
3. Comunicação com mortos
A bíblia não somente nega a possibilidade desta comunicação como proíbe qualquer tentativa (Lv 19.31; 20.6,27; Dt 18.9-12; Is 8.19,20; 1 Cr 10.13,14). Os fenômenos que sugerem esta comunicação seriam produzidos por manipulação enganosa ou por espíritos mentirosos (1 Rs 22.22,23; 1 Tm 4.1; At 16.16-19).
Cristo é o Senhor tanto de mortos quanto de vivos (Rm 14.9-12). Todos estão diante dele e vão prestar contas do que houverem feito por meio do corpo ou da alma (1 Ts 5.23; Hb 4.12).
Para os descrentes a morte é um inimigo que todos temem. Mas para o crente o temor da morte está vencido e até se torna desejável morrer, pois é o meio de estar na presença do Senhor (Fp 1.20-23).
Os cristãos precisam ter cuidado quando falam sobre este assunto às crianças. Às vezes dizem que Jesus levou a mamãe ou o papai para o céu. Porém, se eles morreram num terrível acidente, que imagem ficará na mente da criança? Isto é forma de levar alguém? A criança poderá temer não apenas a morte, mas ir para o céu!
Jesus aboliu a morte (2 Tm 1.10), destruiu o seu poder (Rm 8.2; Jo 11.26) e nos livrou do seu pavor (Hb 2.15).
Por que o crente ainda morre? Por que não direto ao céu como Enoque e Elias? É que as conseqüências eternas do pecado foram anuladas pela expiação de Cristo, mas as temporais, não todas. Assim, a morte espiritual e eterna estão canceladas, mas a morte física é inerente à existência humana. Um dia, porém ela será finalmente vencida, por completo. Os que estiverem vivos na volta de Jesus não passarão pela morte (1 Ts 4.16,17).
Assim, a morte do crente não é uma “falência”, mas apenas “fechado para reforma”, pois aguarda o momento em que ressuscitará em corpo glorioso, para a vida eterna.
Por que o crente ainda morre? Por que não direto ao céu como Enoque e Elias? É que as conseqüências eternas do pecado foram anuladas pela expiação de Cristo, mas as temporais, não todas. Assim, a morte espiritual e eterna estão canceladas, mas a morte física é inerente à existência humana. Um dia, porém ela será finalmente vencida, por completo. Os que estiverem vivos na volta de Jesus não passarão pela morte (1 Ts 4.16,17).
Assim, a morte do crente não é uma “falência”, mas apenas “fechado para reforma”, pois aguarda o momento em que ressuscitará em corpo glorioso, para a vida eterna.
Precisamos nos preparar para a morte (Is 38.1; Ec 9.10), assim como nos preparamos para outros eventos em nossa vida: deixar documentos à mão, em lugar conhecido da família, fazer seguro de vida para o sustento da família, etc
O FRUTO DO ESPÍRITO
FRUTO DO ESPÍRITO
Leitura: Gl 5.22,23
Leitura: Gl 5.22,23
O fruto de Espírito é produzido pelo Espírito Santo. Assim sendo, o cristão que quer possuir tal fruto, precisa depender do Espírito do Senhor, vivendo e andando no Espírito, para que esta marca espiritual seja encontrada em cada um de nós.
FIDELIDADE
Fidelidade (gr pistis), i.e, lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade. “É a confiabilidade e fidedignidade que torna uma pessoa totalmente confiável e cuja palavra podemos aceitar completamente” William Barclay.
Podemos confiar totalmente em Deus, porque Ele é fiel. A Bíblia declara isto muitas vezes (1Co 10:13; 2Co 1:18; 1Ts 5:24; 2Ts 3:3) Fidelidade é um dos atributos mais destacados de Deus (Rm 3.3; Sl 36.5).
A Bíblia também declara a fidelidade de Cristo (2Tm 2.13), destacando-o como “a testemunha fiel” (Ap 3.4) e aquele que é “fiel e verdadeiro” (Ap 19.11).
A Bíblia também declara a fidelidade de Cristo (2Tm 2.13), destacando-o como “a testemunha fiel” (Ap 3.4) e aquele que é “fiel e verdadeiro” (Ap 19.11).
Fidelidade, portanto, deve ser uma característica de todo cristão sincero. Sendo servos de Deus, devemos ser servos dignos de confiança. Jesus disse que o mordomo precisa ser fiel ao seu Senhor, para merecer a confiança de ser nomeado mordomo de toda a casa (Mt 24.45). Disse também que precisa ser fiel nas coisas mínimas (Lc 16.10). Paulo disse que os dispenseiros precisam ser fiéis (1Cor 4.2). Pedro também destaca esta característica (1 Pe 1.20).
Para sermos fiéis a Deus, ele exige exclusividade (Js 24.14,15; 1Rs 18.21). Não se pode ser fiel a dois senhores (Lc 16.13). Também é exigida a regularidade, pois não se pode ser fiel apenas algumas vezes, mas precisamos ser sempre achados fidedignos (Ap 2.10)
A Bíblia promete a vitória como recompensa para aqueles que são fiéis (Ap 2.10; 17.14).
MANSIDÃO
Mansidão (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e a coragem; descreve alguém que pode irar-se com justiça quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso. Mansidão não se caracteriza como um espírito enfraquecido, que não reclama de nada, mas, sim, por um espírito suave, brando e que produz calma e tranqüilidade, sem perder a capacidade de reagir com justiça. A palavra é ilustrada por Platão com um cão de guarda, que revela hostilidade valente aos estranhos e amizade gentil para com os familiares da casa, aos quais conhece e ama. “Mansidão é suavidade, indulgência para com o fraco e errado, sofrimento paciente ao receber injúrias sem sentir um espírito de vingança e até equilíbrio em todas as paixões e temperamento, o completo oposto de raiva” (Clarke).
Pode ser traduzida como suavidade, mansidão,doçura ou humildade. Cristo é o nosso maior exemplo, pois ele mesmo apresentou-se como professor nesta área (Mt 11.28-30). A Bíblia o apresenta como o messias humildade, que foi profetizado (Mt 21.5) e o apóstolo Paulo destaca a sua humildade (2Cor 10.1).
Os mansos recebem o favor de Deus (Sl 10.17; 76.9; 149.4; Pv 3.34) e terão o privilégio de ouvi-lo e gozar da sua intimidade (Is 29.19; Sl 25.9; 147.6).
A Bíblia destaca a vida de alguns homens mansos. Moisés é apresentado como o mais manso da terra (Nm 12.3). Podemos ver a humildade do apóstolo Paulo nas cartas que escreveu. Nas primeiras cartas, ele descreve a si mesmo como “o menor dos apóstolos” (1Cor 15.9). Após alguns anos de ministério, ele apresenta-se como “o menor de todos os santos” (Ef 3.8). E, ao final de sua carreira, apresenta-se como o principal dos pecadores (1Tm 1.15). Estes homens foram mansos, mas tiveram momentos de ira, provocada pelo zelo com as coisas espirituais: Jesus no Templo, com os cambistas (Mc 11.15-17); Paulo com Pedro (Gl 2.11); Moisés ao descer do Monte (Êx 32.19).
A Bíblia recomenda que devemos buscar a mansidão (Sf 2.3) e exercitá-la no trato com os irmãos (Ef 4.2; Cl 3.12). Ela é a característica que precisa ser encontrada na família (1 Pe 3.4), nos que ensinam ou pregam (2Tm 2.25; 1Pe 3.15) e também nos que ouvem (Tg 1.21), e no trato com os homens em geral (Tt 3.2).
DOMÍNIO PRÓPRIO
Domínio próprio (gr. egkrateia), i.e., o controle ou o domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais e também a pureza. É traduzido por “moderação,” “temperança” ou “domínio próprio.” Sua essência está nas palavras do sábio Salomão: “Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito” (Pv 25.28). É a característica do cristão maduro, que, sendo dominado pelo Espírito Santo, não está sob o domínio dos seus desejos e vontades. Thayer a define como: “a virtude de alguém que domina seus desejos e paixões, especialmente seus apetites sensuais.” O Pr. Israel Belo assim explica: “Quem tem domínio próprio se autodomina. Quem não tem é dominado por algo ou por alguém. Quem tem domínio não permite que sentimentos e desejos o controlem; antes, controla-os, não se permitindo dominar por atitudes, costumes e paixões”.
Esta é uma virtude necessária a todo cristão (Tt 1.8; 2Pe 1.6; Rm 6.14). O homem no pecado está sob domínio e é levado a pecar (2 Pe 2.19). Mas os que estão sob o senhorio de Cristo, não vivem mais sobre o domínio do pecado (Gl 5.17; Rm 6.14; Rm 8.2). Devemos estar sob o domínio do Espírito Santo: mortificando os desejos do corpo (Rm 8.13); e os nossos membros (Cl 3.5,8-9), compreendendo que este é um processo que continua enquanto crescemos diariamente (Cl 3.10-14), sabendo que não estamos sozinhos e que Deus está operando também em nós tanto a disposição interior quanto a ação de viver em linha com Sua vontade, que inclui a produção do Fruto do Espírito! (Fp 2.13).
O PECADO
Pecado
Desobediência e rebelião – o homem rebelou-se contra a autoridade de Deus ao rejeitar Sua prerrogativa de certo e errado (Tg 1.13-15; Hb 2.2)
Transgressão – o homem transgrediu a lei de Deus ao rejeitar Seu mandamento (Tg 1.15; 1 Jo 3.4).
O pecado não originou-se na limitação do homem, pois ele era limitado fisicamente, mas moralmente habilitado a não pecar. Não originou-se na sensualidade (sentidos), pois o homem foi criado perfeitamente bom (Ec 7.29). O pecado do homem foi um ato livre de sua vontade (1 Co 15.21,22; 1 Tm 2.13,14).
• Pecado Congênito: Pecado que passou a todos aqueles que nasceram depois de Adão. Todo o ser humano nasce com seu espírito morto, debaixo da condenação do pecado (Sl 51.5; 139.15-16; Hb 6.4-6; Rm 11.32). Quando o homem aceita a Cristo como Salvador, Deus perdoa o seu pecado, erradicando-o completamente através da propiciação efetuada pelo sangue de Cristo, e o homem se torna uma nova criatura (Jo 3.3). Este ato divino na vida do homem é chamado de regeneração (Tt 3.5).
• Pecado Venial: Depois de perdoado pelo sangue do sacrifício de Cristo e regenerado, o homem se tornar a pecar, pela sua própria concupiscência ou por uma tentação, pode ter o seu pecado perdoado. Jesus nos assegura o perdão, por meio de sua intercessão ao Pai, quando lhe pedimos perdão (1 Jo 1.9; 2.1; Ez 18.4).
Leitura: 1 Jo 3.1-16
Definição de Pecado
A palavra pecado, do vocábulo grego hamartia, significa errar o alvo (Tg 4.17; Rm 3.23). O pecado não é uma deformação psicológica, mas sim um ato voluntário de rebeldia e desobediência do homem contra o seu Criador. Grudem define o pecado por “deixar de se conformar à lei moral de Deus, seja em ato, seja em atitude, seja em natureza. O pecado não é eterno, como prega o dualismo, mas originou-se na deturpação do bem, que tem origem em Deus.
Podemos ainda definir o pecado como:
Uma inclinação interior – não é simplesmente atos errados, mas pecaminosidade. Pecamos porque somos pecadores (Sl 51.5; Ef 2.3; Mt 7.17,18)
Desobediência e rebelião – o homem rebelou-se contra a autoridade de Deus ao rejeitar Sua prerrogativa de certo e errado (Tg 1.13-15; Hb 2.2)
Transgressão – o homem transgrediu a lei de Deus ao rejeitar Seu mandamento (Tg 1.15; 1 Jo 3.4).
A desobediência, na maioria das vezes, está latente, escondida no coração. A transgressão sempre está patente e exposta. Isto significa que toda a ação contra Deus, seja escondida ou revelada, é pecado.
Origem do Pecado
1. DEUS NÃO É O SEU AUTOR. Esta idéia é claramente excluída pela Escritura (Jó 34.10). Ele é o santo Deus (Is 6.3), e absolutamente não há falta de retidão nele (Dt 32.4; Sl 92.16). Ele não pode ser tentado pelo mal, e Ele próprio não tenta a ninguém (Tg 1.13). Quando criou o homem, criou-o bom e à Sua imagem. Ele positivamente odeia o pecado, (Dt 25.16; Sl 5.4; 11.5; Zc 8.17; Lc 16.15) e em Cristo fez provisão para libertar do pecado o homem.
2. O PECADO ORIGINOU-SE NO MUNDO ANGÉLICO.
Os anjos eram todos bons, quando foram criados (Gn 1.31), antes da criação do mundo e dos seres viventes. Lúcifer, um querubim (Is 14.12-15 e Ez 28.13-17), invejando a posição de Deus e da formosura das coisas celestiais, intentou no seu coração usurpar a posição divina, promovendo uma rebelião nos céus. Em conseqüência, foi expulso do céu, juntamente com todos os seres angelicais que participaram da revolta (Ap 12.4). A ocasião exata dessa queda não é indicada, mas em Jo 8.44 Jesus fala do diabo como assassino desde o princípio e em 1 Jo 3.8 diz João que o diabo peca desde o princípio (entenda-se: princípio da história do homem). Muito pouco se diz sobre o pecado que ocasionou a queda dos anjos. Provavelmente o orgulho (1 Tm 3.6), e desejar ser como Deus em poder e autoridade (Jd 6). Não estavam contentes com a sua parte, com o governo e poder que lhes fora confiado. Se o desejo de ser semelhantes a Deus foi a tentação peculiar que sofreram, isto explica por que tentaram o homem nesse ponto particular.
3. A ORIGEM DO PECADO NA RAÇA HUMANA. O pecado teve início com a transgressão de Adão no paraíso e, portanto, com um ato perfeitamente voluntário da parte do homem. Adão se rendeu à tentação do inimigo e cometeu o primeiro pecado, comendo do fruto proibido. Assim, Adão passou a ser escravo do pecado (Rm 6.16; 2 Pe 2.19). Esse pecado trouxe consigo corrupção permanente, corrupção que, dada a solidariedade da raça humana, teria efeito, não somente sobre Adão, mas também sobre todos os seus descendentes, pois como resultado da queda, o pai da raça transmite uma natureza depravada aos seus descendentes. Sendo Adão o representante da raça humana, a culpa do seu pecado é posta na conta de todos, pelo que todos são passíveis de punição e morte (Rm 5.12). Deus adjudica a todos os homens a condição de pecadores culpados em Adão, exatamente como adjudica a todos os crentes a condição de justos em Jesus Cristo (Rm 5.18, 19).
O pecado não originou-se na limitação do homem, pois ele era limitado fisicamente, mas moralmente habilitado a não pecar. Não originou-se na sensualidade (sentidos), pois o homem foi criado perfeitamente bom (Ec 7.29). O pecado do homem foi um ato livre de sua vontade (1 Co 15.21,22; 1 Tm 2.13,14).
Universalidade do Pecado
O pecado passou de Adão a todos aqueles que nasceram após ele (1 Rs 8.46; Sl 143.2; Ec 7.20; Rm 3.10,12,23; 1 Jo 1.8), com a única exceção de Jesus (1 Jo 3.5; Hb 4.15), que foi gerado pelo Espírito de Deus (Mt 1.20). A este pecado universal, foi dada uma condenação universal (Rm 6.23), mas a esta condenação um perdão universal (Rm 5.18-19). A universalidade do pecado é manifestada em formas distintas:
• Pecado Original: Pecado que nasceu no coração de Adão, implantado pela tentação de Satanás (Hb 11.13; 1 Pe 4.6). Como conseqüência deste pecado: a) a mulher passou a experimentar sofrimento na maternidade (Gn 3.16) e sujeição ao marido; b) o solo foi amaldiçoado, passando a produzir coisas más (v17); c) o homem passou a ter um trabalho exaustivo (v19); d) a humanidade passou a um estado de morte espiritual (v19, Rm 5.12); e) os homens começaram a sentir medo, vergonha e separação de Deus (v8-11;22-24).
• Pecado Congênito: Pecado que passou a todos aqueles que nasceram depois de Adão. Todo o ser humano nasce com seu espírito morto, debaixo da condenação do pecado (Sl 51.5; 139.15-16; Hb 6.4-6; Rm 11.32). Quando o homem aceita a Cristo como Salvador, Deus perdoa o seu pecado, erradicando-o completamente através da propiciação efetuada pelo sangue de Cristo, e o homem se torna uma nova criatura (Jo 3.3). Este ato divino na vida do homem é chamado de regeneração (Tt 3.5).
• Pecado Venial: Depois de perdoado pelo sangue do sacrifício de Cristo e regenerado, o homem se tornar a pecar, pela sua própria concupiscência ou por uma tentação, pode ter o seu pecado perdoado. Jesus nos assegura o perdão, por meio de sua intercessão ao Pai, quando lhe pedimos perdão (1 Jo 1.9; 2.1; Ez 18.4).
Pecamos por omissão (Tg 4.17), por incredulidade (Rm 14.23), inconscientemente (Sl 19.12; 90.8),
Decair da graça
Existem três fatores principais que levam o homem a perder a salvação:
• Apostasia - Separação de Cristo (1Jo 5.16). Geralmente a pessoa começa a pregar contra uma ou mais doutrina cardinal (Hb 12.15).
• Rebelião - Se levanta contra a obra ou contra a Igreja Universal (Jd 12; Gn 4.9). O exemplo é Caim. Deus não aceitou o seu sacrifício, pelo conteúdo do sacrifício, mas por causa da rebelião do seu coração.
• Pecado contra o Espírito Santo - Rejeição completa à voz, à ação e à advertência do Espírito Santo (Mc 3.29; Hb 10.8). Este é chamado o pecado para a morte, a qual o Apóstolo João dizia: A este digo que não ore (1Jo 5.16; Hb 10:29; Mc 3:29).
• Rebelião - Se levanta contra a obra ou contra a Igreja Universal (Jd 12; Gn 4.9). O exemplo é Caim. Deus não aceitou o seu sacrifício, pelo conteúdo do sacrifício, mas por causa da rebelião do seu coração.
• Pecado contra o Espírito Santo - Rejeição completa à voz, à ação e à advertência do Espírito Santo (Mc 3.29; Hb 10.8). Este é chamado o pecado para a morte, a qual o Apóstolo João dizia: A este digo que não ore (1Jo 5.16; Hb 10:29; Mc 3:29).
Portanto, tenhamos pavor destes três tipos de pecados:
• O pecado da Apostasia — afastados de Cristo: 1 Jo 5.16; Hb 3.12; 10.26.
• O pecado da Rebelião — contra o povo de Deus: Gn 4.9; Jd 12.
• O pecado da Blasfêmia — contra o Espírito Santo: Mc 3.29; Hb 10.29.
• O pecado da Apostasia — afastados de Cristo: 1 Jo 5.16; Hb 3.12; 10.26.
• O pecado da Rebelião — contra o povo de Deus: Gn 4.9; Jd 12.
• O pecado da Blasfêmia — contra o Espírito Santo: Mc 3.29; Hb 10.29.
Devemos deixar de lado todo pecado (Hb 12.1) e viver neste mundo em santidade (Tt 2.12) e comunhão com Cristo (1 Ts 5.10). Devemos fugir de todo pecado (1 Co 6.18; 10.14), como fez José (Gn 39.7-12).
Cristo pagou pelos nossos pecados e pode nos purificar de todos eles (1 Jo 1.7), se nos arrependermos e os confessarmos a Ele (v9).
Cristo pagou pelos nossos pecados e pode nos purificar de todos eles (1 Jo 1.7), se nos arrependermos e os confessarmos a Ele (v9).
DOMINIO PRÓPRIO
O Domínio Próprio – Fruto do Espírito
Leitura: Gl 5.22,23
Leitura: Gl 5.22,23
Também chamado de temperança, autodomínio, autocontrole, moderação, esta virtude cristã implica na vitória dos desejos ou prazeres. A essência do domínio próprio ou moderação, ou ainda temperança, está nas palavras do sábio Salomão: “Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito” (Pv 25.28). Ele afirma que é melhor o homem que tem domínio próprio do que o que conquista uma cidade (Pv 16.32).
O conceito bíblico difere do conceito filosófico, estóico, que significa apenas “suportar a vida” ou “agüentar firme”. O domínio próprio do cristão significa que todo o seu ser (espírito, alma e corpo) encontra-se sob o controle de Cristo, entregue a seu senhorio. Todos os aspectos de sua vida, seja o moral, físico ou espiritual estão debaixo da autoridade do Senhor Jesus, abrindo mão de exercer este direito e concedendo esta autoridade ao espírito Santo. O apóstolo Paulo faz um contraste entre o fruto do Espírito e as obras da carne. As obras são produzidas pelo esforço, mas o fruto pela árvore, da qual devemos cuidar.
Temos prazeres que foram dados por Deus, para deles gozarmos: o alimento (Ec 2.24; 3.12,13; 5.18; 8.15), o relacionamento conjugal (Ec 9.7-9). A liberdade de experimentá-los pode tornar-se licenciosidade e somente pelo espírito Santo podemos ter o controle.
A palavra traduzida por domínio próprio no grego é egkrateia (lê-se encratéia), que tem a raiz no verbo kratein, que significa “pegar em”, “agarrar”. Portanto, apresenta a idéia de agarrar-se firmemente a um propósito.
Cristo quer e pode controlar não somente nosso espírito, mas toda a nossa alma (mente, vontade e emoções) e nosso corpo (apetites, desejos, impulsos, instintos).
Este domínio próprio faz parte do fruto do Espírito, não nasce no solo da carne humana. Não é apenas o resultado do esforço e da abnegação, da ação do Espírito Santo em cooperação com o crente. Para isto, é necessário abrirmos mão de governarmos a nós mesmos e entregarmos este controle ao Espírito Santo (Gl 5.16).
Isto não ocorre automaticamente, mas o Espírito nos ajuda a disciplinarmos a nós mesmos. Na verdade, há uma guerra pelo domínio do nosso ser (Gl 5.17). A nossa natureza não quer fazer o que é certo, mas o errado (Rm 7.18,19).
Quando o Espírito Santo estiver no controle de tudo, este fruto será revelado em nossa vida e as pessoas verão a sua evidência (Mt 7.20; 12.33). Paulo apresenta o domínio próprio como um atleta que se abstém de tudo para ganhar o prêmio (1 Co 9.25-27).
Mesmo as coisas que são lícitas não devem nos dominar (1 Co 6.12), mas devem ser usadas de forma a contribuir para nossa edificação e também dos outros (1 Co 10.23; Rm 14.19-21).
As obras da carne são demonstradas atuando em quatro áreas: sexo, espiritualidade, relacionamentos e alimentação, situações que envolvem o corpo e a alma do homem. Assim, o controle do Espírito Santo também deve ser completo.
Domínio da alma:
Domínio da mente – Há pessoas que acreditam que não são responsáveis por seus pensamentos. Mas isto é um engano fatal. O que somos é o resultado de nossos pensamentos. Se não os dominarmos eles nos causarão muitos problemas, já que os pensamentos e os desejos estão intimamente unidos (Ef 2.3). Os pensamentos produzem palavras, as palavras ações, e as ações hábitos. (Rm 12.1-3; Fp 4). O Senhor guarda nossa mente (Fp 4.6,7).
Vontade – aquele que quer fazer sua própria vontade não pode servir a Deus. Cristo nos deu o exemplo (Mt 26.39,42).
Emoções: Domínio da ira – Podemos ser levados a ter raiva, mas não podemos deixar que este sentimento nos leve a pecar (Ef 4.26).
Ambição – Não devemos ter ambições além do que podemos (Rm 12.16; Fp 4.11-13; 1 Tm 6.8-10).
Inveja – este sentimento negativo causa divisões e contendas (Tt 3.3; 1 Tm 6.4; Tg 3.16)
Vaidade – o verdadeiro adorno, enfeite, deve ser o interior e não o exterior (1 Pe 3.3,4; 1 Tm 2.9,10).
Refrear a língua – Tiago nos assevere que devemos fazê-lo (Tg 1.26; 3.7-10).
Domínio dos apetites:
Apetite alimentar – Há pessoas que são dominadas pelo corpo, estão dispostas a atenderem todos os seus caprichos. Seu deus é o ventre (Fp 3.19). Mas devemos conter o apetite (Pv 23.1,2,20; Mt 6.25,26). Paulo afirma que não convém fazer algumas coisas, mesmo que sejam lícitas. Entre estas coisas está a comida (1 Co 6.12-14). A Bíblia recomenda moderação na bebida (Pv 20.1; 23.29-35; Is 5.2; 28.7; Ef 5.18).
Desejo sexual - Paulo afirma que se não há domínio na área sexual, é melhor que se casem (1 Co 7.9). Exige-se dos bispos que tenham este domínio (Tt 1.8).
Que fazer para ter o domínio próprio:
• Conheça-se e use o conhecimento a seu respeito a seu próprio favor. Pedro afirma que devemos acrescentar o domínio próprio ao conhecimento (2 Pe 1.6) e que devemos empregar toda a diligência nisto. Tendemos a não perceber como somos, mas devemos nos esforçar para tal. Se você corre no trânsito, vigie seu comportamento, para não sair em disparada. Se você se ira com facilidade, evite as situações que a provocam a sua raiva. Mude suas atitudes para mudar suas reações.
• Valorize a disciplina. Quando Jesus disse que, se o nosso olho nos levar ao escândalo, devemos arrancá-lo (Mt 18.8,9), ele estava lembrando que precisamos subjugar o nosso corpo, quando este nos subjuga. Ponha objetivos na vida e se empenhe para alcançá-los. O autocontrole é o resultado da disciplina e do esforço próprio.
• Deixe-se conduzir pelo Espírito de Deus. O domínio próprio só é possível por meio de Sua ação em nós. Ele nos conduz através de: a) leitura da Palavra (Jo 14.26; 15.7,26; 16.13; 2 Tm 3.16,17); b) oração (Fp 4.6,7; Rm 8.26; At 13.2,3); c) ouvir o ensino da Palavra (2Tm 4.1,2; Hb 13.7,17); os dons espirituais (1 Co 12.7-10; 14.6); d) acatar os conselhos de cristãos sábios (Ef 6.1; Cl 3.20).
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