O Fruto do Espírito Santo
Gl 5.16-26
Gl 5.16-26
O fruto do Espírito é o caráter de Cristo, produzido pelo Espírito de Cristo no seguidor de Cristo. Fruto é algo produzido por um poder que o homem não possui.
Dons são capacidades espirituais, concedidas pelo Espírito Santo, no reino espiritual, segundo a sua escolha divina, para serem usados no serviço espiritual (o que você faz para Cristo) e são dados instantaneamente, enquanto que Fruto é a verdadeira característica da vida cristã (o que você é em Cristo) e é resultante de um desenvolvimento lento e gradual. Muitos olham com reverência para alguém que possua muitos dons do Espírito, como se isso indicasse um indivíduo superespiritual, mas o dom em si não apresenta isto e, sim, o fruto.
Não são “frutos”, no plural, mas o fruto – dividido em nove “gomos”, porque a ação do Espírito precisa ser completa, em todas as áreas da nossa vida e não apenas em uma delas.
1. AMOR
Amor (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca. A respeito da relação do amor com os demais componentes do Fruto do Espírito, D. L. Moody afirmou:
“A alegria é o amor exultando, a paz é o amor em repouso, a longanimidade é o amor que não se cansa, a benignidade é o amor que suporta, a bondade é o amor em ação, a fé é o amor no campo de batalha, a mansidão é o amor sob disciplina, o domínio próprio é o amor sendo treinado.”
O amor é a principal característica do cristão (1 Jo 4.7,8). Ele representa, na verdade, a verdadeira evidência da conversão (Jo 13.35; Lc 6.27-35). É produzido nos filhos de Deus pelo amor de Deus (Rm 5.5), e temos em Cristo o nosso maior exemplo de amor (Jo 13.1; 15.13; Gl 2.20). Ele é indispensável no relacionamento (1 Pe 4.8; Pv 10.12).
É a atmosfera da vida cristã (Ef 5.2), sua vestimenta (Cl 3.14). É o motivo da vida cristã (1 Co 16.14). É o controlador da liberdade cristã (Gl 5.13). Devemos amar até os inimigos, para agirmos como Deus (Mt 5.43-48). O amor cristão é generoso (2 Co 8.24) e prático (Hb 6.10; 1 Jo 3.18).
É a atmosfera da vida cristã (Ef 5.2), sua vestimenta (Cl 3.14). É o motivo da vida cristã (1 Co 16.14). É o controlador da liberdade cristã (Gl 5.13). Devemos amar até os inimigos, para agirmos como Deus (Mt 5.43-48). O amor cristão é generoso (2 Co 8.24) e prático (Hb 6.10; 1 Jo 3.18).
2. ALEGRIA
Alegria (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo.
Uma saudação comum entre os crentes - chairein (At 15.23; 2Co 13.11; Lc 1.28; Mt 28.9; Tg 1.1). Alegria é um dos fundamentos do reino de Deus (Rm 14.17). A verdadeira alegria do cristão não depende das circunstâncias que nos cercam (Hc 3.17,18; At 5.41), pois temos motivos de alegria que não dependem das coisas terrenas (Lc 10.20). A fonte da alegria de cada cristão é Deus (Sl 43.4; Ne 8.10) e é um resultado da presença de Deus em cada um (Sl 16.11). Cristo é o nosso grande exemplo (Jo 15.11; 17.13). No NT alegria e aflição andam lado a lado (At 5.41; 13.52; 2 Co 6.10; Cl 1.24).
Uma saudação comum entre os crentes - chairein (At 15.23; 2Co 13.11; Lc 1.28; Mt 28.9; Tg 1.1). Alegria é um dos fundamentos do reino de Deus (Rm 14.17). A verdadeira alegria do cristão não depende das circunstâncias que nos cercam (Hc 3.17,18; At 5.41), pois temos motivos de alegria que não dependem das coisas terrenas (Lc 10.20). A fonte da alegria de cada cristão é Deus (Sl 43.4; Ne 8.10) e é um resultado da presença de Deus em cada um (Sl 16.11). Cristo é o nosso grande exemplo (Jo 15.11; 17.13). No NT alegria e aflição andam lado a lado (At 5.41; 13.52; 2 Co 6.10; Cl 1.24).
3. PAZ
Paz (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem porque o Pai celestial nunca irá desamparar seus filhos.
O desejo de paz era uma forma de saudação comum entre os judeus e cristãos (Gn 43.23; Jz 6.3; Lc 10.5 – Gl 1.3; 1 Pe 1.2). A verdadeira paz é um presente de Deus (Jo 16.33; 14.27; Sl 29.11) e a obtemos através de Cristo (Rm 5.1; Is 53.5). Promovê-la é dever do cristão (2 Co 13.11; 1 Ts 5.13; Mt 5.9). Estes 3 primeiros “gomos” dizem respeito ao interior do crente, relacionados a si mesmo.

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