O Fruto do Espírito Santo - parte 2
Leitura: Gl 5.16-26
O fruto do Espírito consiste em virtudes que o Espírito Santo quer implantar em nosso caráter e que estão presentes no caráter de Jesus. O propósito de Deus para nossas vidas é que sejamos “conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29). Todos os que são, verdadeiramente, filhos de Deus, precisam desejar que o Espírito Santo produza estas características em sua vida. Todo aquele que tem o Espírito Santo está enxertado em Cristo, a videira verdadeira (Rm 11.17), e precisa apresentar frutos (Jo 15.2). Quem determina a variedade do fruto não é o galho, mas a árvore. O galho precisa, apenas, estar sadio, para frutificar.
4. LONGANIMIDADE
Longanimidade (gr. makrothumia), i.e., ser tardio para irar-se ou para o desespero. Caracteriza-se por não se sentir ofendido ou provocado facilmente. “É a mente que suporta por muito tempo, antes de dar lugar a ação ou a ira” Trench. “É o autocontrole que não se apressa em retribuir o mal sofrido” T.K.Abbott.
O dicionário da Língua Portuguesa afirma que longanimidade é a qualidade de que é longânime, e longânime é aquele que é bondoso, generoso, magnânimo, paciente ou resignado.
A palavra longanimidade, traduzida para o português, é formada por duas palavras gregas: “macros” (longo) e “thumos” (temperamento), isto é, ânimo longo. Esta idéia é completamente contrária ao modo de vida “tolerância zero” de muitos hoje. Se o que não possui esta virtude é dito que tem “pavio curto”, então o longânime possui “pavio comprido”. Nosso maior exemplo de longanimidade é o Senhor Jesus Cristo (Mt 26.53), demonstrada com Judas (Jo 13.1-5) e na Cruz (Lc 23.34), entre outras ocasiões. Os discípulos demonstraram não possuí-la (Lc 9.51-56). Entretanto é de grande valor (Pv 19.11; 16.32) e deve ser cultivada por todo cristão (Ef 4.1,2).
O homem moderno tem muita facilidade de expressar a falta de longanimidade. São muitas as situações na vida que nos causam irritação: a conexão lenta de internet, que nos apresenta lentidão, a falta de tinta na impressora antes de concluir a impressão de um trabalho que está para ser entregue, a perda de um ônibus por uma fração de segundo, quando já estamos atrasados, andar atrás de uma pessoa que anda bem devagar, quando estamos apressados, entre outras.
Longanimidade descreve uma característica divina (Ex 34.6; Ne 9.17; Sl 103.8; 86.15; 145.8; 2 Pe 3.15). A longanimidade de Deus é uma oportunidade para o arrependimento humano (2 Pe 3.9; Rm 2.4). É um emblema da vida cristã (Ef 4.2). O cristão deve vestir-se dela como a uma roupa (Cl 3.12; 2 Co 6.6; 1 Ts 5.14).
Significa também “esperar”. Não fala de uma espera amarga, mas com alegria (Cl 1.11; Tg 5.7-10). Não como quem espera a noite, mas como quem espera a manhã. É a paciência que não perde a coragem nem a esperança.
A palavra longanimidade, traduzida para o português, é formada por duas palavras gregas: “macros” (longo) e “thumos” (temperamento), isto é, ânimo longo. Esta idéia é completamente contrária ao modo de vida “tolerância zero” de muitos hoje. Se o que não possui esta virtude é dito que tem “pavio curto”, então o longânime possui “pavio comprido”. Nosso maior exemplo de longanimidade é o Senhor Jesus Cristo (Mt 26.53), demonstrada com Judas (Jo 13.1-5) e na Cruz (Lc 23.34), entre outras ocasiões. Os discípulos demonstraram não possuí-la (Lc 9.51-56). Entretanto é de grande valor (Pv 19.11; 16.32) e deve ser cultivada por todo cristão (Ef 4.1,2).
O homem moderno tem muita facilidade de expressar a falta de longanimidade. São muitas as situações na vida que nos causam irritação: a conexão lenta de internet, que nos apresenta lentidão, a falta de tinta na impressora antes de concluir a impressão de um trabalho que está para ser entregue, a perda de um ônibus por uma fração de segundo, quando já estamos atrasados, andar atrás de uma pessoa que anda bem devagar, quando estamos apressados, entre outras.
Longanimidade descreve uma característica divina (Ex 34.6; Ne 9.17; Sl 103.8; 86.15; 145.8; 2 Pe 3.15). A longanimidade de Deus é uma oportunidade para o arrependimento humano (2 Pe 3.9; Rm 2.4). É um emblema da vida cristã (Ef 4.2). O cristão deve vestir-se dela como a uma roupa (Cl 3.12; 2 Co 6.6; 1 Ts 5.14).
Significa também “esperar”. Não fala de uma espera amarga, mas com alegria (Cl 1.11; Tg 5.7-10). Não como quem espera a noite, mas como quem espera a manhã. É a paciência que não perde a coragem nem a esperança.
5. BENIGNIDADE
Benignidade (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor. “É a gentileza simpática ou doçura de gênio que deixa os outros à vontade e recua diante da idéia de causar dor” R.C.Trench.
Benignidade pode ser vista como um misto de empatia, que é o estado de espírito no qual uma pessoa se identifica com outra, presumindo sentir o que esta está sentindo (1Pe 3.8,9) e simpatia, que é o sentimento que faz que uma pessoa se contriste com os sofrimentos e infortúnios de outrem e exulte com as suas prosperidades e venturas (Rm 15.1). Um exemplo bíblico da ausência desta virtude é Lameque (Gn 4.23,24). E o exemplo a ser seguido é o próprio Deus (Sl 36.10; 86.15; 106.1; 107.1; 136.1; Jr 40.11; Rm 2.4). Ele é benigno até mesmo com os ingratos e maus (Lc 6.35). É a benignidade que nos leva a perdoar (Ef 4.32). Uma ilustração viva desta virtude é o vinho que amadureceu e cuja aspereza e amargura foram retiradas – tornou-se excelente (chrestos) – Lc 5.39. Jesus também se referiu ao seu jugo como sendo suave (chrestos) – Mt 11.30. O cristão que tem o Espírito Santo dentro de si jamais pode sentir alegria ou satisfação vendo ou causando dor e sofrimento em outras pessoas.
6. BONDADE
Bondade (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade ou na repreensão e na correção do mal. “A bondade consiste em estimar e amar os outros para além do que eles merecem.” (Joseph Joubert)
Enquanto benignidade fala de uma qualidade do coração, bondade é uma qualidade de conduta e ação; demonstra uma generosidade de ação (Ef 4.32), seguindo o exemplo de Deus (Sl 106.1; 34.8). Cristo nos mostrou o valor de exercitar esta virtude na parábola do bom samaritano (Lc 10.25-37).
Está ligada a justiça e verdade (Ef 5.9) e Jesus a demonstrou em seu zelo no templo (Mt 21.13), mas o homem benigno vai além da justiça e dá mais do que o outro merece visando o seu benefício e ajuda. É generosidade que brota de um coração benigno (Mt 20.15).
A bondade tanto pode significar a disposição permanente de uma pessoa em não fazer o mal, de não ser prejudicial, como também pode significar a disposição permanente de uma pessoa em fazer o bem.
Está ligada a justiça e verdade (Ef 5.9) e Jesus a demonstrou em seu zelo no templo (Mt 21.13), mas o homem benigno vai além da justiça e dá mais do que o outro merece visando o seu benefício e ajuda. É generosidade que brota de um coração benigno (Mt 20.15).
A bondade tanto pode significar a disposição permanente de uma pessoa em não fazer o mal, de não ser prejudicial, como também pode significar a disposição permanente de uma pessoa em fazer o bem.

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